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minhas notas

A UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) anunciou, há dias, que pelo menos 41 mulheres(ao certo terão sido 48) foram assassinadas em 2008 em Portugal pelos companheiros, sem esquecer o grande número de queixas anuais. São os números da vergonha. Como é possível que a violência doméstica e conjugal ainda seja uma chaga da nossa sociedade? É incompreensível e inaceitável que ainda aconteça e todos temos de fazer esforço para combatê-la. Alardeamos até à saciedade as inúmeras conquistas do progresso científico e social e homem e mulher ainda não adquiriram o respeito mútuo. A falta de valores no mundo actual é cada vez mais evidente. A violência, seja verbal, seja física, está na ordem do dia. É interessante notar como ao crescimento material, científico e tecnológico das sociedades contemporâneas, contrapusemos uma regressão moral, humana e espiritual. É necessário que caminhem lado a lado. E já que falamos de violência doméstica, que muitos não deixem de pôr a mão na consciência. Repito, é inaceitável e intolerável. 

Pelo menos 41 mulheres foram assassinadas em 2008 em Portugal pelos companheiros, anunciou hoje a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), defendendo que este tipo de crime deve ser analisado separadamente no relatório de Segurança Interna.

De acordo com dados de um relatório da UMAR, elaborado com dados da imprensa e entregue hoje no Ministério da Administração Interna, em 82 por cento de 46 homicídios contabilizados o homicida foi o "outro membro ou ex-membro do casal", fosse em situação de casamento, união de facto ou namoro.

"Este número assustador e trágico, que peca por defeito" devia ter sido tratado separadamente no Relatório Anual de Segurança Interna, considera a UMAR, argumentando que incluí-lo no universo de todos os homicídios cometidos "leva à incompreensão deste especialíssimo fenómeno criminal".

 

                                       Notícia retirada do site da Visão, 27.5.2009

 

Como é possível que isto esteja a acontecer?

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