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minhas notas

em tempo de festas, é bom não esquecer...

16.07.09 | minhasnotas

 
 
As festas

 
 
As festas populares, por estas bandas, são normalmente em honra de Deus ou de um Santo. As chamadas festas cristãs.
Então é preciso que não desdigam aquilo que afirmam. Que em tudo contribuam para o espírito cristão.
O centro, o cume, o coração de uma festa cristã é a Eucaristia. É para a Eucaristia da festa que o trabalho dos mordomos e das comunidades deve convergir com excelência. Criar um ambiente de silêncio, suscitar a participação das pessoas, cuidar da liturgia. Para que a Eucaristia seja a Festa na festa.
A Eucaristia está antes, muito antes, porque muito acima, de procissões, conjuntos, bandas, foguetes, jantaradas. A Missa é o centro!
Que sentido tem ficar cá fora à espera da procissão? E que respeito revelam para com o sagrado os que ficam a fazer barulho no exterior dos templos? Ou quem fica no café? Ou deixar-se ficar por casa a preparar o almoço para os convidados? Na vida temos que estabelecer prioridades. E neste caso, para os baptizados, a prioridade é a Missa.
 
 

A procissão é um acto religioso. E como tal deve ser encarado. Daí todo o respeito que lhe é devido. É preciso guardar silêncio, ter antecipadamente organizado tudo: quem pega nas alfaias, quem pega nos andores, onde vão as figuras (os anjinhos)… Tudo. Assim, quer o arranque da procissão quer o percurso decorrerão com o decoro e a serenidade exigidas.
As pessoas que vão pegar nas alfaias ou nos andores devem ir vestidas decentemente. Já viram a figura de alguém que vai de calções com uma opa por cima???
As procissões são para serem acompanhadas e não para se ficar no passeio a ver passar. Mas ao menos quem estiver a “ver a procissão” que esteja dignamente. Se não tiver fé, que revele respeito pela fé dos outros. Esteja de pé, não converse, muito menos fumar, mascar chiclets…
O que é bem feito a Deus louva e aos homens engrandece.
 
 

A preparação e cuidado das festas pertencem naturalmente aos mordomos. Mas não só. Toda a comunidade se deve sentir envolvida. Especialmente incentivando-se mutuamente à participação nos actos religiosos. Depois chamando educadamente à atenção aqueles que têm palavras, gestos, posturas menos condignas.
 
 

    Texto retirado do blog Asas da Montanha