Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

minhas notas

Sem Mim nada podeis fazer, disse Jesus

10.05.09 | minhasnotas

Fazemos parte de uma história com mais de dois mil anos depois de Cristo e todos os sistemas de ideias, teorias, ideologias e interpretações da vida e do mundo se tornaram obsoletas e ultrapassadas, excepto a Palavra de Deus, que quanto mais se lê, mais se quer ler, carregada sempre de novidade, sempre apta a interpelar homens e mulheres de todas as épocas, comunicadora de valores sólidos que dão sentido e beleza à vida de que mais nenhuma se pode arrogar, uma carta aberta para quem quer caminhar para além da finitude do tempo. É um tesouro que é urgente redescobrir. As sociedades ocidentais têm a fé nas suas raízes. Deus esteve sempre no centro da vida dos nossos povos. Nos últimos anos tem se verificado um eclipse de Deus nas nossas sociedades ocidentais, que tem levado a uma crise de valores de vária ordem, perda de identidade e vazio, desnorte, falta de esperança e desencanto, desrespeito pela dignidade humana.

É urgente redescobrir a rocha que dá firmeza e segurança à vida e colocar tudo o resto no seu devido lugar. É urgente regressar a Deus e renovar a vida com os valores que verdadeiramente a realizam e transcendem. É urgente mudar e colocar, com verdade e transparência, a pessoa humana e o bem de toda a humanidade no centro de toda a actividade e acção que estamos a realizar.

O que estamos a fazer para ultrapassar a crise?

10.05.09 | minhasnotas

Nos últimos anos tomaram conta do mundo os arautos do desenvolvimento e da economia, vistos como possuidores das chaves para todos os problemas humanos e sociais. Decretou-se a competitividade e a competição a toda força, por vezes de uma violência injustificável e inconcebível, em ordem a se atingir o maior lucro possível. Erigir impérios tornou-se a grande meta de muitas empresas, de parcerias e associações económicas. O dinheiro foi eleito o motor do mundo e entronizado como o grande “deus”, meio fundamental para se ser dono do mundo ou de parte, resolver todos os problemas e necessidades da vida e adquirir todos os bens de maneira a se poder levar uma vida faustosa e paradisíaca. Levada na onda, muita gente não perdeu tempo a investir todas as suas energias e tempo na conquista do deus “milagroso”, muitas vezes à custa da honra, dos princípios, da família e dos amigos. Mas afinal, parece que este deus é de barro e que se pode partir e desfazer em pó em poucos segundos…Pobre deus. O mundo parou um pouco e num ápice disparou como um flash diante das pessoas a sensação de que nos últimos anos andaram a trabalhar e a labutar em vão. Será que não andamos a construir a vida sobre a areia e que a todo o momento uma tempestade a vai reduzir a nada? Será o dinheiro o rochedo firme para se poder construir a vida? Esta crise mundial não pode deixar de ser vista como uma boa oportunidade para fazermos uma reflexão séria sobre a vida, nos valores em que ela assenta e redefinição de prioridades em ordem ao futuro. A economia tem um papel importantíssimo no desenvolvimento e na boa gestão de um país ou do mundo. O seu papel é insubstituível. Mas colocá-la no centro da vida das pessoas e dos povos é errado. E além do mais, já é tempo de a colocar ao serviço da pessoa humano e não ao contrário. É uma das escravidões que é preciso combater actualmente: a pessoa humana está ao serviço do lucro a todo o custo, com uma violência e exploração, muitas vezes, inqualificáveis. Tudo deve estar ao serviço do bem da pessoa humana e não ao contrário. É preciso mudar as estruturas, os esquemas, os sistemas, as metas, as prioridades, os valores que nos têm regido até agora.

 

A manipulação da religião

10.05.09 | minhasnotas

Bento XVI, na sua visita à terra santa, denunciou a manipulação ideológica da religião para fins políticos, o que pode conduzir à violência. Rejeitou a posição dos que dizem que a “religião é necessariamente uma causa de divisão no nosso mundo” e que afirmam que “quanto menor atenção for dada à religião, melhor”. Reconhecendo a existência de tensões e divisões entre os membros de diferentes tradições religiosas”, Bento XVI afirmou ser a “manipulação ideológica da religião, às vezes para fins políticos, o verdadeiro catalisador de tensões e divisões, e até, a violência na sociedade”.  “Muçulmanos e cristãos, precisamente por causa do peso de uma história marcada por mal-entendidos, devem agora esforçar-se, para, reconhecer a sua comum origem de Deus e lutar pela dignidade de cada pessoa humana”.

 

3 de Maio - Domingo do Bom Pastor

02.05.09 | minhasnotas

Clero natural de Barroso e a paroquiar em Barroso

 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus.
«Eu sou o Bom Pastor.
O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas.
O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas,
logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge,
enquanto o lobo as arrebata e dispersa.
O mercenário não se preocupa com as ovelhas.
Eu sou o Bom Pastor:
conheço as minhas ovelhas
e as minhas ovelhas conhecem-Me,
do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai;
Eu dou a minha vida pelas minhas ovelhas.
Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil
e preciso de as reunir;
elas ouvirão a minha voz
e haverá um só rebanho e um só Pastor.
Por isso o Pai Me ama:
porque dou a minha vida, para poder retomá-la.
Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente.
Tenho o poder de a dar e de a retomar:
foi este o mandamento que recebi de meu Pai».

Porque não ser padre?

 

 


Pág. 3/3